quarta-feira, junho 29

òh que chatice!

Que nervos!
Se a moda pega, essa coisa de legalizar casamentos entre pessoas do mesmo sexo, a coisa deixa de ter piada! A sério!

As vizinhas vão ter que se calar, o que significa deixar um assunto mal tratado e de baixo nivel mas com elevado interesse, para um plano secundário...

Os papéis da burocracia vigente vão ter que ser assexuados, reimpressos e isso é uma trabalheira desgraça! Inda por cima a camada de ozono vai ser afectada, pelo volume anormal de arvores que terão que ser abatidas, pois vamos consumir o dobro da papelada... é uma questão de espaço, pois os campos dos formulários vão ter que prever todos os casos possiveis, ele com ela, ela com ela e ele com ele!

Ok, hoje o Canadá... amanhã o Afeganistão... não tou a achar piada a isto!

Vai-se o interesse apimentado das relações proibidas... aposto que isto é uma estratégia para diminuir a população gay!

Meu Deus ao que isto chegou! Já não podemos ser diferentes... mas para quê tanta igualdade! Bolas!

Eu detesto essa palavra: casamento...

E depois vão querer filhos não é? Dasseeee... lá se vai a capacidade económica do lobby gay!
Escusam de pensar em cinemas, viagens, programas culturais, roupas chiques e afins!

Pensem no preço do leite em pó, do nestum, das fraldas, do colégio... do par de ténis de marca, do game boy... da barbie...

Ok.. eu vou parar!

Vou deixar-me destas coisas... quando todos forem gays eu serei hetero... só pa chatear as maiorias convencionais. Percebem onde está a piada?

Esta coisa assim não dá. Pensem na coisa como legal e perdem logo a coisa toda... eu avisei!

6 comentários:

AnaisNin disse...

Sempre fui do contra... será que vou virar hetero?

7 disse...

Sim sim...conto contigo!

zibl disse...

À primeira vista a ideia de legalização enerva-me... Mas se me lembrar do que eu passei há uns anos quando uma pessoa que amei (melhor: amo ainda) ferozmente adoeceu - morreu, depois - esteve internada no hospital... Não conseguia visitá-la normalmente, porque a "família" dela se organizou para não me deixar um minuto livre que fosse... Tive que recorrer a amigos para conseguir acesso ao hospital a horas de visitas proibidas, durante a noite... Arriscaram problemas graves para me ajudar nisso. Olha, quando me lembro desta ferida pequena por cima da ferida grande da morte, digo: eu assinava qualquer papel, "casamento", "legalização", fosse o que fosse que me permitisse não estar longe. Antes de conseguir o que contei para chegar ao quarto do hospital, cheguei a planear subornar com dinheiro alguém, um segurança, as enfermeiras dos turnos da noite... Eu faria QUALQUER coisa para conseguir entrar, acredita. O que era a assinatura num papel ao pé disso, se me ajudasse?

7 disse...

Zibl hummm... da me tempo para reflectir no que disseste...

nini disse...

gosto muito deste blog!

Anónimo disse...

Percebo o humor do texto, mas acho que é uma questão que merecia igualmente uma abordagem um pouco mais séria. Não só para os gays e lésbicas lerem, mas para todos os que tropeçarem neste blog, eventualmente.