‘Fufajacking’ - O crime que nasceu em Portugal!
O roubo de alguma especie de Fufa, com ameaça de strap-on ou vibrador multifuncional, nasceu em Portugal – alguma coisa tinhamos que ser pioneiros, não? - a moda começou a pegar este verão em Lisboa e arredores.
O ‘Fufajacking’ não é o simples roubo de uma mera fufa. O crime, segundo apuramos, pressupõe que a assaltante permaneça na posse da fufa durante algum tempo.
Assim, as estatísticas da PêJota referentes a este crime afastam logo todos os casos em que as fufas são usadas, apenas, para obrigar a vítima a fazer uma loucura ou nalguns casos mais radicais a cometer uma proeza sexual, tipo 24 horas de kekas à Les Mão, por exemplo, o que como todas sabem constitui um atentado à integridade das cartilagens e tendões dos pulsos.
Nas estatísticas entram todos os casos de roubos violentos de Fufas, em que a assaltante usa a fufalhona para proveito próprio.
Nos casos mais comuns, as assaltantes aproveitam o momento em que as namoradas estão distraidas, paradas nos semáforos – ou, então, no momento em que ligam as antenas e se põem a scanarizar todas as mulheres que entram nos bares ou ainda quando se põem a manobrar complicados instrumentos tecnologicos, para os quais não estão preparadas, caso de leitores de mp3, cheios de botões.
Os crimes são sempre cometidos por duas ou três assaltantes que utilizam muitas vezes um maricas de apoio para fugirem “caso os planos corram mal”.
Normalmente, estas assaltantes juntam-se em grupos regeneráveis para fazer as chamadas razias. Vão buscar vibradores à China, que guardam longe das suas habitações, roubam um ou mais strap ones, carro, uma ou outra fufalhona. Tudo numa noite!
O motivo é só um: a adrenalina, “o sentimento de posse”, e um ou outro orgasmo, nada demais e sem ejaculação feminina.
Mas há quem roube fufas, através do ‘fufajacking’, com outro propósito: o de substituir a sua própria fufalhona que, por alguma razão, está avariada da cabeça ou com alguma deficiencia no equipamento, é comum por exemplo quando as mamas são pequenas demais ou quando se recusam a praticar oralidades sexuais.
A fufa não funciona, mas os documentos estão em ordem, e o compromisso mantém-se (como tantos outros onde se dá ideia que o casal está sempre bem!)
Então, a assaltante procura nos anúncios dos jornais, nos Hi5, nos sites lésbicos, no IRC, uma fufa com as mesmas características da sua companheira e contacta com a proprietária.
Depois de um encontro com o maricas que por norma faz as apresentações, a assaltante mostra-se interessada e pede para verificar, por ela própria, se a fufa está em condições.
Por norma num local isolado, aponta um vibrador modelo John Holmes à proprietária e obriga-a abandonar ali mesmo a fufa pretendida.
Depois é só mudar a cor do cabelo, a copa do soutien da vitima e esperar pela próxima inspecção na Lesboa– um dos locais onde se confirma se o soutien pertence ou não à fufa.
Escolhem fufas iguais às suas para ninguém levantar suspeitas.
As assaltantes ainda recorrem ao método do ‘fufajacking’ para um outro fim – que pressupõe uma rede mais organizada : a venda de fufas para o estrangeiro.
As fufas quarentonas são as preferidas para escoar para os países africanos, enquanto as fufas jovens e de alta cilindrada são levadas para os países escandinavos. Afinal hoje em dia, é possível atravessar todo o espaço europeu em apenas 48 horas e consta que há muita falta de fufas em países mais liberais e modernos, incluise no país de origem - A Républica Democrática da Bélsbica.
O tempo da proprietária dar pela falta da sua fufa de estimação e apresentar queixa é uma facilidade para as assaltantes, pois há quem só dê pela falta, quando vai para vestir uma camisa lavada e nada! O guarda roupa está vazio.
Segundo sabemos, quem for apanhado a roubar uma fufa através deste método pode ser punida com uma pena até 2 semanas, que é por norma o tempo que demora esta paixão por fufas roubadas.
ProfileO crime de ‘fufajacking’ é normalmente praticado com extrema violência e as assaltantes correspondem a um perfil traçado pelas autoridades. São jovens, actuam em grupos pequenos, utilizam vibradores duplos, procuram mulheres bem economicamente e fisicamente e evitam fufas com mudanças automáticas e complicadas.
Este perfil é evidente – e os muitos casos já publicados pela "Rendas&Bordados" e pela "Maria" não fogem à regra. Têm habitualmente entre os 25 e os 35 anos, não são toxicodependentes e partilham a cultura suburbana dos bairros problemáticos onde vivem, na linha de Sintra e afins. (agora não me lembro do nome das linhas do Metro!)
Violentas por natureza, não têm problemas em abrir o zip das calças frente à vítima, se esta ousar resistir.
Como noticia de última hora, soubemos que a Associação do Fufedo Mais Antigo, já enviou um protesto formal às autoridades, onde se lê: "Somos pelos principios democraticos e contra a discriminação e intolerancia! Exigimos ser potenciais vitimas de fufajacking! Não somos menos que as outras e ao menos ainda servimos para alguma coisa! Mais não seja para a troca de peças suplentes, pois muitas de nós temos pouco uso e kilometragem!"
Minhas amigas... sempre que sairem estejam atentas!
Olhos bem abertos, satelites GPS ligados, não vão sem querer ser vitimas de fufajacking no meio da rua, pois não?
Nota: Uma das últimas vitimas que tenho conhecimento de fufajacking, foi essa grande querida que dá pelo nome de Noiva Suburbana. Aguardo que a mesma me ligue a ver se me oferece um jantar no T 1/2 dela no Cacém a fim de comemorarmos a sua libertação e ouvir a sua versão dos acontecimentos e experiencia. Na volta ainda escrevo um besta-vendas à conta dela!